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Concurso da Polícia Federal será retomado PDF Imprimir E-mail
Escrito por Saga Policial   
Qui, 20 de Novembro de 2014 19:29

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20/11/2014

A Advocacia-Geral da União (AGU) derrubou, no Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), liminar que suspendeu o concurso público para preenchimento de 600 vagas de agente da Polícia Federal. Com a decisão, o concurso retoma o andamento normal, segundo a AGU.

 

Decisão da 1ª Vara Federal de Uberlândia (MG) havia acolhido ação proposta pelo Ministério Público Federal para adaptar o exame de aptidão física e o curso de formação, previstos às necessidades dos candidatos que concorrem às vagas reservadas aos deficientes, além de apontar como seriam as avaliações nas fases de perícia e exame médico. A suspensão valeria até o cumprimento das medidas.

 

 A Procuradoria-Seccional da União (PSU) em Uberlândia (MG) pediu, então, que a decisão fosse reformada, mas a liminar foi mantida sob o fundamento de que as regras do edital afrontam a Constituição Federal, pois estabelecem, de forma "abstrata", que determinados tipos de deficiência impedem o exercício das funções do cargo.

 

Em atuação conjunta, a PSU/Uberlândia e a Procuradoria-Regional da União da 1ª Região (PRU1) recorreram ao TRF1, destacando que a suspensão do concurso pelas razões alegadas contrariava julgamento do Supremo Tribunal Federal (STF) no Recurso Extraordinário 676.335/MG e afrontava o princípio da isonomia.

 

De acordo com a AGU, a decisão transitada em julgado da Corte Suprema estabeleceu que os candidatos portadores de necessidades especiais, inscritos nos concursos da Polícia Federal, deveriam realizar o certame em igualdade de condições com os demais candidatos. Acrescentou que a concessão da liminar contrastava com entendimento do STF, pois limitava as atribuições da banca examinadora, ao pretender que o candidato com deficiência não fosse eliminado na perícia, mas apenas no estágio probatório.

 

As procuradorias também destacaram que o edital assegurava o acesso da pessoa com deficiência ao concurso, porém não poderia haver prejuízo à administração pública quanto ao desempenho do cargo, conforme determinou a Ministra Cármen Lúcia no voto proferido no RE 676.335/MG. Sustentaram, ainda, que a adaptação do exame de aptidão física e do curso de formação profissional a candidatos com deficiência seria inviável, tanto acadêmica como tecnicamente. Diante disso, os advogados da União requereram a cassação da liminar.

 

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Dia do Policial Federal, nada a comemorar. PDF Imprimir E-mail
Escrito por Saga Policial   
Seg, 17 de Novembro de 2014 15:00

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Mensagem de hoje da FENAPEF serve de incentivo aos candidatos que possuem vocação para a área policial, pois devem saber a realidade de hoje do DPF e com a aprovação se engajar na luta por melhorias na profissão.

 

17/11/2014

Ontem (16) seria a data para se comemorar o dia do policial federal, mas haveria mesmo algo a ser comemorado?

 

Após anos de luta em busca da ratificação da condição de nível superior e das atribuições já desenvolvidas no dia a dia por agentes, escrivães e papiloscopistas, na tentativa de equalizar o tratamento dado aos cargos da carreira policial federal, obteve-se a primeira parte num dia e, poucos dias depois, estabeleceu-se um cenário ainda mais negro que o de outrora.

 

Após a afirmação a um veículo de comunicação de reconhecida credibilidade de que um parlamentar-delegado teria colocado o governo de joelhos para editar a MPV 657/2014, essa infeliz e preocupante afirmação se tornou realidade quando tal instrumento legislativo quase não pousou no Congresso Nacional, tamanha a velocidade de tramitação e forma de tratamento que, nem de longe, poderia ser considerada democrática.

 

O que se viu foi algo raro, aliados do governo e oposição empenhados de forma uníssona em prol da aprovação de uma proposta falsamente vendida como sendo a promotora da “autonomia da Polícia Federal”. Será? Se fosse para o bem da instituição como um todo cerca de 85% de seu efetivo seriam contra? Quem acreditaria nisso? Haveria alguma lógica?

 

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Policial por vocação, abandono por opção PDF Imprimir E-mail
Escrito por Saga Policial   
Sáb, 15 de Novembro de 2014 18:30

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"Insanidade é fazer repetidamente a mesma coisa e esperar resultados diferentes"

 

15/11/2014

Copio e colo, sem dó nem piedade, postagem feita pelo nosso amigo Marcos Do Val em seu perfil no Facebook.

 

A postagem feita por ele tratou de MAIS UM PEDIDO DE EXONERAÇÃO feito por um colega da Polícia Civil de Santa Catarina.

  

Mais um VOCACIONADO que “jogou a toalha”, como tantos e tantos outros têm feito aqui na Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro, caminho que LAMENTAVELMENTE também eu seguirei muito em breve.

 

Uma instituição, qualquer instituição, que NÃO VALORIZA os seus quadros e cuja “competência" não se mede pela qualidade, mas apenas por indicações, preenchendo cargos de Chefia e Direção com neófitos e despreparados, tende mesmo a definhar.

 

Mas…


Os “çábios" do nosso Legislativo e do Executivo, auxiliados pelos deuses do Judiciário e pelos inteligentes e diligentes membros do Ministério Público certamente devem estar SATISFEITOS com os resultados e a qualidade (Hahahahahaha…) das investigações levadas a cabos pelas Polícias Civis de todo o país.

Não fosse assim já teríamos parado o “ônibus" para discutir DE VERDADE o modelo de polícia que a sociedade deseja ver implementado nessa nossa DEMOcracia.

 

Então…Segue o texto dos colegas:

 

Marcos Do Val:
- Fiquei triste em saber que mais um policial pediu exoneração pelo descaso do estado e pela crise que está na Policia 
Civil de Santa Catarina.

 

Segue para conhecimento de todos a mensagem de despedida do policial Ícaro Kruger Stuelp:

 

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Pesquisa revela que população não confia na polícia e no judiciário PDF Imprimir E-mail
Escrito por Saga Policial   
Seg, 10 de Novembro de 2014 13:33

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Pesquisa também revela que a maior parte da população concorda que a maioria dos policiais não são corruptos.

 

10/11/2014

Dados de uma pesquisa feita pela Fundação Getúlio Vargas para o Fórum Brasileiro de Segurança Pública revela que apenas 32% da população confia no Poder Judiciário e 33% confia na polícia. Apesar de baixos, esses índices já foram menores - 29% e 31% respectivamente - em pesquisa anterior. Entretanto, os números de desconfiança revelam que a maioria da população brasileira não confia no Judiciário e na Polícia.

O levantamento mostra ainda que a ruptura entre os cidadãos e as instituições públicas ligadas à Justiça leva 57% da população a acreditar que “há poucos motivos para seguir as leis do Brasil”, segundo o levantamento. “Isso está relacionado à desconfiança que as pessoas têm no comprimento das leis”, explica a pesquisadora da FGV Luciana Ramos.

A desconfiança diante das instituições públicas do país faz com que 81% dos brasileiros concordem com a afirmação de que é “fácil” desobedecer as leis. O mesmo porcentual de pessoas também tem a percepção de que, sempre que possível, as pessoas escolhem “dar um jeitinho” no lugar de seguir as leis.

O Índice de Confiança na Justiça Brasileira (ICJBrasil) está em sua 8ª edição. Ele faz parte do Anuário Brasileiro de Segurança Pública. A pesquisa ouviu 7,1 mil pessoas em oito Estados, de abril de 2013 a março de 2014. Os entrevistados foram convidados a assinalar desde “discordo muito” a “concordo muito” nas afirmações propostas.

Os moradores do Distrito Federal foram os que mais disseram acreditar na saída do “jeitinho” como regra nas relações. No total, 84% dos brasilienses disseram concordar ou concordar muito com a afirmação. Quem menos acredita no desrespeito às regras são os baianos, mas ainda assim, a porcentagem é alta: 71% deles responderam que concordavam com a percepção de que todos dão “um jeitinho”, sempre.

A pesquisa também fez um corte por renda. E, quanto maior o rendimento da pessoa, mais alta é a sensação de que as leis não são cumpridas. De acordo com o estudo, 69% dos entrevistados que ganham até um salário mínimo concordaram que o “jeitinho” é a regra, porcentual que cresce para 86% na população que ganha mais de oito salários mínimos.

Já sobre a polícia, a renda não influencia a má avaliação. Entre as pessoas que ganham até um salário mínimo, 52% concordam que “a maioria dos policiais é honesta”. Para quem ganha oito salários ou mais, o porcentual é de 50%.

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Concurso de Agente da Polícia Federal está oficialmente suspenso PDF Imprimir E-mail
Escrito por Marcio Gerente   
Seg, 27 de Outubro de 2014 20:35

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Após várias mensagens não oficiais circuladas na internet que davam como suspenso o atual concurso de Agente da Polícia Federal, a informação se confirmou hoje, 27/10, ao final da tarde, com um comunicado oficial no site do DPF e no site da banca do concurso, conforme transcrito abaixo.

 

Mensagem no site do DPF hoje, 27/10, diz:

"A Polícia Federal informa que o concurso público para provimento de vagas no cargo de AGENTE DE POLÍCIA FEDERAL foi SUSPENSO em cumprimento à decisão proferida nos autos da Ação Civil Pública nº 2002.38.03.000070-8/1ª Vara Federal da Subseção Judiciária de Uberlândia/MG. Novas informações serão divulgadas aqui e no site da organizadora do concurso."

 

Comunicado do Cespe/UnB:

 

O Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos (Cebraspe), denominado Cespe, comunica que o concurso público para provimento de vagas no cargo de Agente de Polícia Federal está suspenso em cumprimento à decisão proferida nos autos da Ação Civil Pública n.º 2002.38.03.000070-8/1ª Vara Federal da Subseção Judiciária de Uberlândia/MG. Comunica, ainda, que novas informações referentes ao concurso serão divulgadas no endereço eletrônico  http://www.cespe.unb.br/concursos/dpf_14_agente em data oportuna.

Brasília/DF, 27 de outubro de 2014.

 

Leia a consulta realizada no processo que culminou com a suspensão:

 

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Faltam 2 meses para a prova da PF – Leia as melhores dicas publicadas PDF Imprimir E-mail
Escrito por Saga Policial   
Ter, 21 de Outubro de 2014 21:21

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As inscrições do concurso de Agente da Polícia Federal terminam neste domingo e não serão prorrogadas – Há 2 meses para a data da prova, veja as melhores dicas publicadas.  

 

21/10/2014 - Saga Policial

As inscrições para o concurso da Polícia Federal poderão ser realizadas até o próximo dia 26 no site do Cespe/UnB, organizador do concurso. A seleção visa preencher 600 vagas do cargo de Agente “policial”. A função exige formação de nível superior em qualquer área de atuação, além de Carteira Nacional de Habilitação na Categoria "B". A Câmara dos Deputados aprovou um reajuste nos salários dos servidores da Polícia Federal de 15,8% para 2015, estipulado pela Medida Provisória 650/14, confirmando os proventos iniciais para o cargo no valor de R$ 9.074,59, já contando o auxílio alimentação de R$ 373,00.

 

Os aprovados e empossados serão lotados preferencialmente nos estados do Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Rondônia e Roraima e em unidades de fronteira.

 

 Anote e guarde as principais datas 

 

- Data da prova: dia 21/12 no período da tarde, com duração de 5 horas.

- Resultado da prova objetiva e provisório da discursiva: dia 26 de janeiro.

- Teste de aptidão física (TAF): 20 a 24 de fevereiro.

- O sonhado curso de formação profissional (academia de polícia): ocorrerá entre os dias 03 de agosto a 18 de dezembro de 2015.

 

Faltam exatos 2 meses para a realização da prova escrita, 1ª fase do concurso. A seguir elencamos as principais dicas publicadas em nosso site sobre este certame. Não deixe de ler! Entramos definitivamente na reta final dos estudos! Leia também as principais matérias motivacionais sobre a Polícia Federal! 

 

Dicas para o concurso da PF

 

Dicas para economizar tempo!

 

Matéria Especial do Concurso de Agente da Polícia Federal 2014

 

Grupos de estudos: sua aprovação está aqui!

 

Dicas para a banca Cespe/UnB

 

Dicas para a prova discursiva do Cespe/UnB

 

Cespe/UnB, a banca da PF. Como lidar com ela.

 

Confira 10 dicas para passar em concursos do Cespe/UnB

 

Dicas de aprovados

 

Dicas para seu sucesso: “somente um concursando compreende outro”

 

Veja novas dicas de aprovados em concursos do Cespe/UnB – área policial

 

Dicas de um vencedor: a trajetória de um aprovado na área policial

 

Relato de um aprovado do concurso da PF que estudou pela internet

 

Veja a trajetória de sucesso do primeiro colocado do concurso da PF 2013

 

Aprendendo com os primeiros colocados do concurso da Polícia Federal

 

Motivacional – A carreira

 

O Nepom da Polícia Federal do Brasil

 

O COT da Polícia Federal do Brasil!

 

Concurso Polícia Federal: vai encarar?

 

Motivacional PF: não saio nem que me paguem...

 

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Dilma assina medida que pode gerar greve na PF PDF Imprimir E-mail
Escrito por Saga Policial   
Ter, 14 de Outubro de 2014 15:56

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Decreto publicado hoje também melhora concursos públicos na PF. Já a Medida Provisória pró-delegados gera tensão no DPF, pode evitar vazamentos de operações e greve é cogitada.

 

14/10/2014

A presidente Dilma Rousseff assinou uma medida provisória que transforma o cargo de diretor-geral da Polícia Federal em função exclusiva de delegados de classe especial, ou seja, que ocupam o último nível da carreira.


O texto publicado nesta terça-feira (14) no "Diário Oficial" da União também prevê que os candidatos a delegados da PF precisam ser bacharéis em direito e comprovar experiência judicial ou policial de três anos. Anteriormente, para disputar uma vaga nos concursos para delegado da corporação bastava ser formado em direito.


A medida provisória tem validade de até 120 dias, caso não seja aprovada pelo Congresso. Isso significa que, se um novo diretor geral da PF for nomeado até fevereiro de 2015 —já no novo mandato presidencial— será necessário respeitar a regra.


Em plena campanha eleitoral, Dilma, candidata à reeleição, fez um afago aos delegados, atendendo a pleitos da categoria. Ao assinar a medida provisória, contudo, a presidente criou um problema com os agentes, escrivães, papiloscopistas e peritos da PF. Os agentes já discutem fazer uma paralisação para protestar contra a medida.


"Foi um tiro no pé. O governo não pensou bem. Está dando aos delegados a possibilidade de dominar todas as atividades da PF", reclama o vice-presidente da Fenapef (Federação Nacional dos Policiais Federais), Luís Antônio Boundens.


Para ele, a medida provisória limita aos delegados o exercício de todos os cargos de direção da corporação e também permite, ao exigir uma condição diferenciada para o ingresso na PF, que eles pleiteiem salários maiores.


A exigência de experiência de três anos para delegados já havia provocado polêmica, arrastado a votação e acabou retirada do texto de outra medida provisória, que tramita no Congresso e aumenta em 15,8% os salários de agentes, escrivães e papiloscopistas da PF. Aprovada pela Câmara, essa medida ainda precisa passar pelo Senado para garantir o reajuste e a exigência de nível superior para os candidatos a policiais federais.


O governo, contudo, incluiu a proposta retirada pela Câmara na nova medida provisória, que passou a vigorar nesta terça.

 

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