segunda-feira, 29 de novembro de 2010

BRASIL deve MINIMIZAR RISCOS de VIOLÊNCIA antes da COPA, diz MINISTRO JORGE FELIX


MINISTRO diz que VIOLÊNCIA se COÍBE com mais PRESENÇA do ESTADO

O MINISTRO-CHEFE do GABINETE de SEGURANÇA INSTITUCIONAL, (GENERAL JORGE ARMANDO FELIX), disse que as FORÇAS de SEGURANÇA BRASILEIRAS devem trabalhar para minimizar os riscos de violência antes dos grandes eventos esportivos que o país vai sediar.

Em entrevista exclusiva à BBC Brasil, durante visita a Israel, o ministro comentou os recentes episódios de violência no Rio de Janeiro e disse que a diferença com relação a outras cidades de grande porte, como Nova York, é “O NÍVEL DE AGRESSIVIDADE DOS TRAFICANTES (CARIOCAS), E ISSO SE DEVE À FACILIDADE DO ACESSO AOS ARMAMENTOS”.

Para o CHEFE do GSI, que comanda os serviços de INTELIGÊNCIA no BRASIL, o caminho para a redução de episódios de violência passa pelo aumento da presença do Estado e por um melhor monitoramento das fronteiras do país.

“Já vem sendo feito um processo gradativo de redução da violência, por meio de uma maior presença do Estado, INCLUSIVE nas áreas da SEGURANÇA, SAÚDE e EDUCAÇÃO”, afirmou.

FRONTEIRAS E INTELIGÊNCIA

No entanto, o ministro apontou a situação geográfica do Brasil como um desafio à garantia da segurança, tanto diante do risco de crimes ligados ao tráfico de drogas, como diante de possíveis ameaças de atentados terroristas durante os eventos internacionais.

TEMOS FRONTEIRAS POROSAS, é muito difícil não ser permeável com fronteiras terrestres de 17.000 km e fronteiras marítimas de 7.500 km”, disse.

E mais, TEMOS FRONTEIRAS COM OS PRINCIPAIS PRODUTORES DE COCA DO MUNDO - COLÔMBIA, PERU e BOLÍVIA - e com um dos MAIORES PRODUTORES de MACONHA, o PARAGUAI.”

Para o ministro, os avanços na integração dos países na América do Sul, que facilitaram o trânsito de pessoas e mercadorias, seriam um "ÔNUS" para a segurança.

“Temos que fazer todos os esforços para minimizar os riscos, mas sabemos que não é possível zerá-los.”

Para garantir a segurança na Copa do Mundo de 2014 e nas Olimpíadas de 2016, os serviços de inteligência do Brasil estão fazendo um trabalho de avaliação de riscos, relatou o ministro.

“Nos JOGOS PANAMERICANOS (de 2007, no Rio) tivemos uma boa experiência e fizemos um trabalho integrado com serviços de INTELIGÊNCIA de OUTROS PAÍSES. A inteligência hoje em dia é uma troca, o crime é transnacional", disse.

O ministro lembrou o atentado de militantes palestinos contra a delegação israelense em 1972 nas Olimpíadas de Munique, que resultou na morte de 11 esportistas, como um exemplo dos riscos que o Brasil deve analisar.



ACORDO DE SEGURANÇA

Felix assinou nesta quarta feira, em Tel Aviv, um acordo de segurança de informação com o ministro da Defesa de Israel, Ehud Barak.

Os termos do acordo vinham sendo negociados entre os dois países há três anos e incluem detalhes sobre credenciamento de pessoas, organizações e empresas para tratar de ASSUNTOS SIGILOSOS, e sobre trânsito bilateral de documentos secretos.

O acordo de sigilo tornou-se especialmente relevante pois Brasil e Israel se encontram em meio a negociações sobre transferência de tecnologias de segurança.

Vários VANTs (veículos aéreos não tripulados) produzidos por Israel já se encontram no Brasil, e há negociações também sobre tecnologias de monitoramento de fronteiras e de áreas urbanas.

Embora o Brasil tenha boas relações com países que Israel considera seus principais inimigos - o Irã e a Síria -, o chefe do GSI afirmou que os laços bilaterais são sólidos.

ISRAEL é um PARCEIRO ANTIGO do BRASIL, temos uma relação de confiança de longa data, inclusive nas áreas da segurança", afirmou.

Guila Flint - De Tel Aviv para a BBC Brasil.

Fonte: Estadão – (25 de novembro de 2010 8h 51). Com adaptações.

Reportagem enviada pelo AMIGO: “makerleyud”.

sábado, 27 de novembro de 2010

LEÃO de FOGO: PRF declara guerra à ADULTERAÇÃO DE COMBUSTÍVEL em ALAGOAS !!!


A operação LEÃO de FOGO prendeu 15 pessoas e fechou 12 postos de combustível. Os presos pertencem a três redes diferentes de postos. Eles agiam em consórcio e são acusados de adulteração de combustíveis, sonegação fiscal, formação de quadrilha e falsificação de documento público. O grupo comprava combustível original, mas em Alagoas misturava com vários outros produtos. Um litro virava dez.

Fonte: Jornal da Record - (publicado em 24/11/2010 às 22h33hs).

Enviado por: "Papirovelocidade5" do fórum CW - (PRF Koch).

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

OREMOS PELOS IRMÃOS CARIOCAS !!!


“SENHOR MEU DEUS” ...

Peço que visite aquele “ESTADO” e não se afaste dos “IRMÃOS CARIOCAS”, eles estão SOFRENDO SENHOR, te peço com “FERVOR” e “FÉ”, atua NAQUELAS VIDAS, modifica a opinião do mundo, transforma o SER HUMANO, e faz com que TODA a HUMANIDADE seja SOLIDÁRIO aqueles IRMÃOS. Afaste TODO o MAL que está sobre AQUELA CIDADE, e nos CORAÇÕES daquelas PESSOAS que estão causando e promovendo essa CALAMIDADE PÚBLICA (Guerra urbana).

“PAI”, TE AGRADEÇO, e nesse momento me SINTO HONRADO em ter ESSA CONVERSA CONTIGO, espero que meus IRMÃOS aqui no (BLOG da SAGA), façam UM MOMENTO de REFLEXÃO e MENTALIZE A CIDADE do “RIO DE JANEIRO”, a fúria VAI ACABAR, EU CREIO, e tenho “FÉ” em “MEU DEUS QUERIDO”, em nome de “JESUS CRISTO”, que AQUELE POVO será RESGATADO e AJUDADO.

“DEUS SANTO”, “DEUS FORTE”, “DEUS IMORTAL”, tende PIEDADE de NÓS e do MUNDO INTEIRO.

AMÉM !!!

terça-feira, 23 de novembro de 2010

PF prende 2º policial rodoviário suspeito de fraude em concurso


Prisão foi desdobramento da Operação Tormenta, que investiga quadrilha.
Policial teria parte em irregularidades na seleção da Abin, a qual disputou.

Um segundo policial rodoviário federal foi preso nesta terça-feira (23) por conta dos desdobramentos da Operação Tormenta da Polícia Federal, deflagrada em 16 de junho passado e que investiga fraudes em concursos públicos em todo o país.

A prisão ocorreu após o a Polícia Federal concluir o inquérito sobre irregularidades em provas da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) de 2008, disse o delegado Victor Hugo Rodrigues Alves, chefe da operação, ao G1. O policial está entre os indiciados por fraude no concurso. Além disso, participou do concurso como candidato, tendo o gabarito em mãos, disse Alves.


De acordo com o delegado, a prisão aconteceu na capital paulista, onde o policial trabalhava, e contou com a ajuda da Corregedoria da Polícia Rodoviária em São Paulo. O policial preso trabalhava na sala onde as provas do concurso da Abin ficaram guardadas antes do exame.

Em julho, outro policial rodoviário federal acusado de participação nas fraudes em concursos foi preso.

Gabaritos da Abin por até R$ 100 mil
Na investigação sobre a seleção da Abin, a polícia conseguiu comprovar a participação ativa do agente no esquema que vendeu gabaritos do caderno de questões a candidatos, disse Alves. Segundo o delegado, nesse concurso as respostas custaram entre R$ 50 mil e R$ 100 mil, dependendo da condição financeira de quem comprava.

No inquérito, foram indiciados 15 candidatos e sete membros da quadrilha. A PF diz que o grupo que chefiou a fraude é o mesmo envolvido no Exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) de 2009 e na prova do concurso da Polícia Federal de 2009, sendo que alguns integrantes mudam de acordo com a seleção.

A PF pediu a prisão do policial sobre os argumentos de conveniência da instituição criminal, e garantia da ordem pública, já que ainda não foi comprovada a efetiva participação do policial. O decreto de prisão foi dado pelo juiz Herbert Cornélio Pieter de Bruyn, da Justiça Federal em Santos (SP), onde corre o processo.

15 candidatos indiciados
De acordo com o delegado da PF, o inquérito sobre as fraudes no concurso da Abin foi relatado e apresentado para a Justiça Federal no dia 28 de outubro.

Os 15 candidatos indiciados são aqueles que, sendo a PF, tiveram acesso aos gabaritos das provas. Desses, apenas uma candidata havia passado nas demais etapas do concurso e tomou posso como oficial de inteligência. Nesse caso, a PF pediu o afastamento da servidora.

A PF descobriu ainda que outra candidata que comprou o gabarito entrou com liminar na Justiça por ter sido reprovada no exame psicológico. A PF encaminhou as informações sobre a participação dela na fraude ao juiz responsável pelo caso. Essa candidata reprovada é filha e irmã de dois dos 41 candidatos suspeitos de fraudar o concurso para auditor fiscal da Receita Federal em 1994, caso que ainda está sendo investigado pela PF, também como desdobramento da Operação Tormenta.

Ponto eletrônico na prova
Os outros 13 candidatos indiciados não passaram nas demais etapas do concurso da Abin e foram reprovados. Segundo o delegado, alguns deles confirmaram até terem usado ponto eletrônico na hora da prova.

Os candidatos foram indiciados pelos crimes de receptação e estelionato. Os membros da quadrilha foram indicados por peculato, violação de sigilo funcional qualificada, formação de quadrilha, corrupção e estelionato qualificado consumado ou tentado.

A operação também apura irregularidades em concursos público da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).


Fonte: http://g1.globo.com/concursos-e-emprego/noticia/2010/11/pf-prende-2-policial-rodoviario-suspeito-de-fraude-em-concurso.html

SER POLICIAL


SER POLICIAL

Paulo Magalhães (*)
Aquele que opta por seguir a carreira policial deveria receber, antes de ser admitido na Força Pública, uma cartilha esclarecendo a realidade da profissão, as obrigações, as responsabilidades e os pouquíssimos direitos que irá ter logo após constatar que seu nome está dentre os aprovados em concurso público para o espinhoso cargo. Estes esclarecimentos poderiam ser fornecidos ao aluno nas Academias de Polícia, desta forma dando-lhe a oportunidade de desistir antes de prestar o juramento.

Estar garbosamente de pé na frente de todos, da família, dos amigos, depois de meses nas salas de aula, esticar o braço direito e dizer cerimoniosamente: "Juro, pela minha honra, trilhar todos os passos de minha trajetória funcional com dignidade, honrando a Instituição policial: exercerei com desassombro e probidade a defesa social do direito, da ordem e da lei, dando a minha vida, se preciso for, no cumprimento do dever”, além de ser uma formalidade muito bonita é também muito fácil. O problema é estar consciente da dificuldade em cumprir o compromisso e agir desta forma o resto da vida.

Será que algum jovem, quando resolve ser policial, tem noção de que está prestes a deixar de ser ele próprio para tornar-se o instrumento de proteção da sociedade? Faz idéia de que a profissão de policial é um sacerdócio no qual irá sacrificar sua vida pessoal, o acompanhamento do crescimento de seus filhos, as festas em família e terá muito mais dissabores e mágoas do que momentos felizes? Será que alguém, em sã consciência, daria preferência a arriscar diariamente sua vida, a ficar noites acordado ouvindo e resolvendo problemas dos outros, molhado de chuva, com frio ou em um ambiente quente e malcheiroso? E o pior, ganhando um salário muito aquém do merecido enquanto as pessoas que deveriam agradecer-lhe pelo desprendimento o condenam: “ganha muito, não faz nada, é tudo vagabundo!”

Imagine então se o aspirante a policial soubesse, antecipadamente, que não adianta ser extremamente honesto, cortês, justo ou educado. Pelo simples fato de ser policial, da noite para o dia, será visto como ladrão, grosso, covarde e estúpido. Nenhum pai vai querer tê-lo para genro e se for mulher, a maioria não quer ter uma policial como filha. Quando perceber que a maioria das pessoas que se acercam dele o fazem por interesse, para conseguir alguma benesse, na maioria agindo contrariamente a lei e buscando tão somente “proteção” gratuita, já será tarde, já foi nomeado, já estará na ativa.

O policial deve ter sempre em mente que estar na polícia é ter direito a andar armado, dirigir em alta velocidade, avançar sinal tocando sirene, parar em local proibido, porém estar na polícia não é o mesmo que ser policial. O policial se obriga a agir dentre alguns parâmetros não exigidos para os demais seres comuns, a ser consciente de que cada ato seu reflete a imagem de toda a instituição.

Precisa estar ciente que parte de seus “irmãos em armas” parecem, mas não são policiais. Estão na Força Pública para se locupletarem, roubar, matar, prevaricar e protegerem-se atrás do distintivo, fazendo dos bons escudo, baluarte, dividindo com os honestos as críticas por seus atos corruptos.

O policial de verdade deve perceber que não existe diferença entre o bandido comum e o bandido “policial”, e que ambos devem ser combatidos. Porem o bandido policial é mais difícil de vencer – ele é covarde, possui o respaldo de toda a instituição que erroneamente lhe dispensa “o espírito de corpo”, mesmo traindo os dogmas do ofício de policial. Certo estava o marginal Lucio Flávio que, não obstante ser delinqüente sabia perfeitamente seu lugar quando declarou: “bandido é bandido, polícia é polícia”. Como a água e o azeite, não se misturam.

O distintivo, bonito ou não, de ferro ou de lata, pesa tanto quanto o coração do policial que o recebeu. É o símbolo da confiança que a sociedade depositou em um membro pertencente a ela própria. Como se fosse um casamento, de um lado o cidadão, de outro o policial – pra sempre, até a eternidade. Um policial jamais abandona aqueles que se propôs a defender, quando o faz, é porque deixou de ser policial – podendo até continuar com o titulo, mas restou um capacho velho, digno do lixo.

Ser policial não é estar nomeado, trazendo no bolso uma carteira, um emblema, a arma e algema. Ser policial não é ter definida uma função, exercer determinado cargo, estar na ativa. Ser policial é um estado de espírito, é um fogo imortal que aquece a alma e enternece o espírito. É dar a vida pelo próximo sem se dar conta de que está indo para a morte, é chorar ao resgatar uma criança em perigo, é se controlar para não cometer crime quando prende um estuprador. Ser policial é largar tudo quando um colega pede ajuda, “virar noite” e “dobrar serviço” para prender um autor de crime, é suportar a frustração do caso não resolvido.

Ser policial é sofrer a se ver obrigado prender um colega, mas também é não prevaricar quando foi este que optou “passar para o outro lado”, quando deixou de ser policial e tornou-se bandido, quando desonrou o compromisso e descumpriu o juramento, quando traiu a própria classe.

Assim, da próxima vez que tiver o impulso de falar mal dos policiais em geral, ao ler uma noticia dando conta da existência de criminosos na corporação, considere: quantos bons, honestos e honrados estão trabalhando arduamente para que você, gratuitamente, os atinja como um todo, jogando-os na mesma vala negra daqueles poucos que não souberam ser policiais de verdade!
*Paulo Magalhães é delegado de policia aposentado e presidente da Brasil Verdade, ONG do MT.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Data marcada na história da PF

Resisti em postar novamente sobre o assunto, mas a data já está marcada na história do DPF. Muitos devem ainda aproveitar o triste momento para repensar ou reafirmar o sonho de ser policial. Enquanto outros já policiais aproveitam para lutar por mudanças que julgam necessárias e tentam reescrever um novo capítulo na história da Polícia Federal. O Saga Policial tem o dever de seguir registrando esse momento da PF.

Foto tirada na travessia do Rio Solimões, de Benjamin Constant para Tabatinga(AM). A faixa de floresta é o lado peruano da fronteira. Esse é um dos locais onde sempre os novos agentes da PF atuam.


A HISTÓRIA DE DOIS HOMENS DE VALOR

É madrugada no Rio Solimões. A escuridão e o silêncio são rompidos só pelo barulho de dois barcos com policiais federais que cortam as águas do rio na busca por traficantes de cocaína. Os barcos usados pelos policiais não são apropriados para o enfrentamento. Um é uma lancha apreendida com traficantes; outro é uma lancha da própria PF que, como tantas, é um arremedo de embarcação. Mas não importa, na cabeça daqueles policiais só há um pensamento: interceptar os traficantes e evitar que a cocaína chegue ao seu destino final.

O desfecho está próximo.

Mas antes do final é preciso falar sobre dois guerreiros que estão embarcados e atentos aos movimentos no Rio. Os agentes federais Leonardo Matzunaga Yamaguti e Mauro Lobo são de gerações diferentes. O primeiro na PF há 4 meses está realizando o sonho de se transformar em policial federal. O outro, na PF há mais de uma década, é exemplo e uma referência para todos que o conhecem. Em comum entre esses dois homens a vocação para estar na primeira linha, longe dos gabinetes cheios de papéis inúteis.

Mas a história segue e esses dois homens em breve se tornarão vítimas da Polícia que tanto se orgulham de levar no peito.

O barulho do motor de um barco se aproxima rapidamente fazendo com os policiais redobrem a atenção. Podem ser os traficantes. A informação é que este possa ser um grande carregamento de cocaína e ele não pode seguir.

Os policiais visualizam o barco que desce o Rio carregado. Há homens dentro, mas é noite. E noite no Amazonas é escura. O barco suspeito vai ser abordado, mas antes disso um barulho no motor é o sinal que os suspeitos estão mudando o curso para fugir. Rapidamente a lancha ruma para a margem para escapar dos homens de preto.

Os federais não desistem. Rumam na direção dos suspeitos em seus barcos improvisados. Sim, são os traficantes. Um grupo de criminosos ganha a margem e avança rumo a um barranco. Os policiais miram a luz de um holofote, também improvisado para os criminosos. A abordagem está próxima do fim.

Os bandidos que chegaram às margens estão com fuzis e guiados pelos holofotes do barco dos policiais atiram sem pena. A adrenalina no barco é intensa. Os federais respondem aos disparos. Os colegas da outra lancha também, mas os traficantes estão em vantagem. Com armas mais potentes que a dos federais, atiram de cima do barranco para baixo. O guerreiro Matzunaga é atingido e cai dentro do barco. Lobo vê o colega e continua a atirar contra os bandidos. Numa fração de segundo um tiro atinge seu peito e ele cai sangrando. O agente Charles Nascimento, que também está no barco, sente um impacto na cabeça. É um tiro que pegou de raspão. Outro disparo do fuzil dos traficantes atinge sua perna e ele cai ao lado dos irmãos que já estão mortos no barco.

Os federais continuam atirando e os traficantes covardes fogem.

Amanhece e a informação sobre a morte dos policiais começa a chegar às delegacias e Superintendências. Em Manaus os policiais, ainda chocados, começam a montar a logística para o transporte dos corpos e do colega ferido e também se organizar para sair na busca dos criminosos.

Aos poucos um misto de tristeza e revolta alcança os policiais. O risco é inerente à atividade policial, mas na Amazônia e em outros estados do Brasil esse risco é potencializado por uma polícia de faz de conta, incapaz de oferecer às mínimas condições de trabalho para os federais.

São lanchas inapropriadas para o combate, armamento insuficiente, falta de gasolina para embarcações, coletes vencidos e figuras, cujo único trabalho é fazer inquéritos, querendo comandar ações operacionais.

Prova disso é a declaração do Superintendente Regional do Amazonas, delegado Sérgio Fontes, que chegou às lágrimas falando dos colegas mortos Ele não explicou porque os policiais não têm o equipamento adequado para enfrentar o crime. Só para constar: O delegado tem um dos maiores índices de rejeição no plebiscito feito pela Fenapef.

Em Brasília não foi diferente na página do DPF nenhuma nota falando do assassinato dos colegas. Da boca do DG nenhum palavra que indicasse que haverá mudanças na forma como a PF vem conduzindo sua gestão, priorizando a burocracia do IPL e deixando os policiais de verdade a mercê de sua sorte. O DG tem mais de 80% de rejeição na categoria.

A Fenapef denunciou, os sindicatos avisaram, os policiais também, mas o diretor-geral e seu fiel escudeiro no Amazonas nada fizeram. Agora duas famílias choram seus mortos e a sociedade tem menos dois policiais para combater o crime.

A Fenapef e aos policiais cabe não deixar ninguém esquecer o que aconteceu na madrugada do rio Solimões com dois homens de valor. Vamos ao MPF, à OAB, ao Parlamento e aonde for necessário para buscar providências e estaremos aqui, como sempre estivemos, lutando para que tenhamos uma Polícia Federal que não atente contra seus próprios policiais.
Fonte: Agência Fenapef



22/11/2010
Policiais federais realizam na próxima quarta-feira, 24, um ato em frente ao Departamento de Polícia Federal em memória dos agentes federais Leonardo Matzunaga Yamaguti e Mauro Lobo assassinados no rio Solimões na última terça-feira. Federação Nacional dos Policiais Federais, representantes sindicais de todo o país e policiais federais lotados no DF e em outras unidades irão participar.

PROTESTO – O ato em memória dos policiais começa por volta das 9h em frente ao edifício sede da Polícia Federal. Logo em seguida os policiais rumam para o Ministério Público Federal onde irão protocolar a denúncia responsabilizando o diretor-geral e o superintendente do Amazonas pela morte dos policiais federais.
Fonte: Agência Fenapef

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

OBRIGADO “SENHOR JESUS”...


Por mais uma “SEMANA” de “FÉ”, “LUTA”, “ESTUDO”, “TRABALHO” e “PERSEVERANÇA”.

“ESTEJA SEMPRE DO MEU LADO, DA MINHA FAMÍLIA, DOS MEUS FAMILIARES E DOS AMIGOS DO BLOG DA SAGA, PROTEJA-NOS”.

Dai-me FORÇAS para seguir em FRENTE, e NUNCA DESISTIR. Guia-me pelos BONS CAMINHOS e me PROTEJA de TODO MAL, DOR e SOFRIMENTO. Dê-me o que ACHAR NECESSÁRIO, e não o que EU DESEJAR para ser FELIZ. Até aqui o SENHOR ME TROUXE, até o FINAL o SENHOR irá ME LEVAR.

Faça desse “BLOG” um LUGAR de UNIÃO e HUMILDADE entre TODOS, para que juntos conquistaremos a VITÓRIA nos concursos policiais. Não deixe SENHOR que a PREGUIÇA, a falta de ANIMO, ORGULHO, e a INVEJA de OUTRAS PESSOAS venha a ATORMENTAR e PREJUDICAR a nossa trajetória.

OBRIGADO “SENHOR JESUS”, por todas as BÊNÇÃOS que DERRAMASTE na MINHA VIDA. TU és um DEUS MARAVILHOSO! BENDITO, LOUVADO e EXALTADO seja
TEU SANTO NOME.

E JESUS disse: Se CREREM RECEBERÃO o que PEDIREM em ORAÇÃO. (Mateus 21.22)

DEUS provê, DEUS proverá! Sua MISERICÓRDIA não FALTARÁ!

AMÉM!!!

DEUS te VÊ

DEUS te ,
Não é indiferente a tua dor.
DEUS te entende
Quer te envolver de AMOR.

ELE quer te fazer FELIZ,
Tem muitos planos e sonhos pra ti,
Basta confiar,
Saber esperar e ELE AGIRÁ!


Eliana Ribeiro
Composição:
Diego Fernandes.

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

BOMBEIROS de SANTA CATARINA abre CONCURSO PÚBLICO com 70 VAGAS !!!


O CORPO de BOMBEIROS MILITAR do ESTADO de SANTA CATARINA (CBM/SC) abriu novo concurso com oferta de 70 OPORTUNIDADES. Os aprovados receberão - após o curso de formação - salários de R$ 2.435,00. O Instituto de Estudos Superiores do Extremo Sul (Ieses) é o responsável pelo certame.

Do total de vagas oferecidas, 66 são destinadas ao SEXO MASCULINO e 4 ao SEXO FEMININO. A avaliação será composta por seis fases: prova objetiva e discursiva, de caráter eliminatório e classificatório; exame de saúde; avaliação física; avaliação psicológica; avaliação toxicológica; e questionário de investigação social.

As provas objetiva e discursiva serão aplicadas no dia 23 de janeiro, nas cidades de Canoinhas, Chapecó, Criciúma, Curitibanos, Itajaí, Joinville, Florianópolis, Lages e Tubarão. Para se inscrever basta acessar o site aqui até o dia 17 de dezembro. A taxa de participação custa R$ 100,00.

Fonte: Do CorreioWeb – (18/11/2010 10:19).

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

LUTO: POLICIAIS FEDERAIS SÃO MORTOS


Dois policiais federais são mortos e um é ferido no Amazonas 

Um confronto entre traficantes e policiais federais acabou em tragédia na madrugada desta quarta-feira, 17, na localidade de Codajás no Rio Solimões (240 km a oeste de Manaus). Um barco carregado de cocaína foi abordado pelos policiais que atuam no combate ao tráfico no rio. Bandidos fortemente armados, que estavam em outra embarcação dando cobertura aos traficantes, abriram fogo contra os policiais federais. Morreram no local os policiais federais Leonardo Matzunaga Yamaguti, lotado em Tabatinga, e Mauro Lobo da DRE em Manaus. Ficou ferido com um tiro na perna e outro no braço o policial federal Charles Nascimento, também da DRE.

A morte dos policiais federais no Rio Solimões provoca dois sentimentos nos demais policiais do Amazonas e de outros estados do país. O primeiro é de tristeza pela perda dos colegas que se dedicavam ao combate do crime. O outro é de revolta pela situação de abandono a qual estão submetidos os policiais que atuam, sobretudo, na Amazônia.

Segundo informações obtidas com exclusividade pela Agência Fenapef, os barcos à disposição dos policiais federais para o enfrentamento do crime nos rios do estado do Amazonas são inapropriados. Nenhuma das embarcações é blindada e os motores não tem potência suficiente para concorrer com as modernas embarcações dos criminosos.
Na Delegacia de Tabatinga de todos os coletes balísticos para uso dos federais somente um ainda não teve o prazo de validade vencido.

TRÁFICO – Conforme informações levantadas pelos policiais federais que atuam na inteligência na região, os criminosos responsáveis pelo tráfico de drogas e armas estão “aprimorando” sua logística de atuação. “A ordem dos chefes do tráfico é para que os carregamentos sejam protegidos a qualquer custo”, diz um policial. Há informações, segundo este mesmo policial, de que grupos com cerca de 50 a 60 integrantes estariam atuando na região. “A maioria desses criminosos está equipada com fuzil 762 e tem ordem do tráfico para matar federal”.

Sem problemas com dinheiro para financiar a compra de armamento pesado e de barcos o tráfico está cada vez mais ousado. No dia 25 do mês passado uma outra ação da PF em parceria com a PF resultou num agente federal ferido a tiros. No dia 27, felizmente os bandidos foram presos. Fonte: Agência Fenapef
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Havia a informação da passagem de barcos carregados de cocaína e montou-se uma operação com um barco (Bora) e duas lanchas rápidas para fazer abordagens, com pelo menos 7 policiais federais em cada lancha. As condições de trabalho no local (material e física) deixaram as equipes desguarnecidas na reação feita pelos traficantes. Segundo o delegado da PF, Sérgio Fontes, o local estava muito escuro e quatro meliantes atiraram no clarão dos agentes e eles no clarão dos traficantes. Houve vítimas de ambos os lados.

Uma grande operação pente-fino está sendo montada na região do alto Solimões para prender os traficantes envolvidos no tiroteio. A operação vai contar com o apoio das polícias Civil e Militar do Amazonas e uma equipe do Comando de Operações Táticas, o grupo de elite da PF, está sendo deslocado de Brasília para ajudar a prender os traficantes.


"...agora nesse evento, nós tínhamos as melhores armas, fuzis, o visor noturno, inclusive com uma visão termal, tínhamos bons homens treinados, inclusive o mais novo, mas em face de respeitar a lei e os diretos humanos nós entramos numa situação engajamento de confronto em desvantagem . E por que em desvantagem? Nós não podemos chegar atirando. Chegamos nos identificando como policia pedindo para a outra parte se entregar. A partir do momento que ela atira, ai reagíamos e dependendo do armamento essa reação pode ser arriscada e tardia." - Superintendente da Polícia Federal, Sérgio Fontes.

O policial federal Mauro Lobo fez ANP em 1996, era bastante conhecido e querido na região amazônica, foi instrutor de tiro e um piloto experiente de barcos; era casado e deixa dois filhos.

O policial federal  Leonardo Matzunaga Yamaguti foi do último concurso de agente, fez ANP em 2010. Teve uma ótima colocação no concurso e um amigo da turma Delta, a mesma de Leonardo, disse que ele estava realizando um sonho ao entrar no DPF. Sua primeira lotação foi em Tabatinga.

Nossos pêsames às famílias, amigos e colegas de instituição dos agentes mortos e nosso desejo de rápida recuperação ao companheiro ferido.

PRF - CERCA DE 5 MIL VAGAS » NECESSIDADE de NOVOS POLICIAIS é “URGENTE” !!!


PRESIDENTE DA FEDERAÇÃO NACIONAL DOS POLICIAIS RODOVIÁRIOS FEDERAIS (FENAPRF), INSPETOR GILSON DIAS da SILVA
, comentou sobre o certame paralisado há um ano, devido a IRREGULARIDADES no resultado das PROVAS OBJETIVAS, o CONCURSO da POLÍCIA RODOVIÁRIA FEDERAL (PRF) para 750 vagas, a nível nacional ainda depende do Judiciário. A situação criada pela anulação do concurso, vem criando problemas e grande preocupação na área, devido a falta de policiais. Em entrevista ao JORNAL CONCURSO e CARREIRA, o presidente da Federação Nacional dos Policiais Rodoviários Federais (Fenaprf), inspetor Gilson Dias da Silva disse que está articulando uma reunião com o Judiciário para LIBERAR o PROCESSO e dar PROSSEGUIMENTO ao CONCURSO.

O inspetor explica que com a anulação do último concurso a contratação de novos policiais se tornou “URGENTE”. Atualmente a PRF conta com cerca de CINCO MIL VAGAS DISPONÍVEIS em todo o TERRITÓRIO NACIONAL. Os cargos vagos são oriundos de APOSENTADORIAS, FALECIMENTOS e REMOÇÕES REGISTRADAS durante os últimos dois anos sem concurso da PRF.

Atualmente a PRF conta com cerca de 10 mil policiais em todo o Brasil. Segundo o Inspetor, Gilson Silva, o número ideal de policiais rodoviários federais seria de 30 mil profissionais para vigiar os 65.000 km de rodovias em todo o território nacional. A PRF exige dos interessados na seleção o nível superior em qualquer área e oferece um salário inicial de R$ 5.782,11, mais benefícios.

O reforço da segurança nacional para a Copa de 2014 é “ UMA EXIGÊNCIA INTERNACIONAL DOS ORGANIZADORES” do maior evento esportivo mundial e uma preocupação do governo brasileiro.


A NECESSIDADE de NOVOS PROFISSIONAIS será ainda mais significativa, com a realização da Copa de 2014, daqui há quatro anos. Silva calcula que SERÃO NECESSÁRIOS, NO MÍNIMO, TRÊS MIL NOVOS POLICIAIS RODOVIÁRIOS, todos devidamente habilitados, já com o curso de formação para vigiar as rodovias brasileiras. Para que isto aconteça, será necessário a realização de MAIS UM CONCURSO NACIONAL para CONTRATAÇÃO de NOVOS POLICIAIS RODOVIÁRIOS FEDERAIS. CONTATOS NESTE SENTIDO JÁ ESTÃO SENDO FEITOS COM O MINISTÉRIO DA JUSTIÇA, em BRASÍLIA que ENCAMINHARÁ o PEDIDO de VAGAS ao MINISTÉRIO do PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO e GESTÃO.

Fonte: Jornal Concursos & Carreira – (16/11/2010). Com adaptações.

Polícia Militar do AM abrirá 2,5 mil vagas


Concurso público da Polícia Militar abrirá 2,5 mil vagas no AM

17/11/2010
MANAUS - A Polícia Militar do Estado do Amazonas (PMAM) vai abrir concurso público para 2,5 mil novos policiais até o final deste ano. O processo seletivo para contratação do novo efetivo deverá ser organizado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), com lançamento do edital previsto para dezembro.

As vagas de concursados serão para soldados, oficiais e especialistas. Os policiais devem integrar as ações de implantação do projeto Ronda nos Bairros, uma das principais promessas de campanha do governador Omar Aziz. A estimativa é que, a partir dos primeiros meses de 2011, os novos profissionais já estejam em atividade.

Segundo informações da Agência de Comunicação do Estado (Agecom), a documentação para o certame foi aprovada e o Comando Geral da PM está em fase final de negociações e ajustes com a FGV. Conforme exigências da lei, os exames intelectuais, médicos e de resistência física devem ser realizados somente 45 dias após o lançamento do edital.
Após a realização do concurso, a PM deverá superar a marca de dez mil homens. (IP)
As informações são do Portal Amazônia.

terça-feira, 16 de novembro de 2010

DIA do POLICIAL FEDERAL » 16 de novembro !!!

“Orgulhoso de ser Federais, policiais deste imenso Brasil, defendendo os princípios legais, integrando sua vida civil”. A estrofe do Hino do Departamento de Polícia Federal mostra a importância e o emprenho dos policiais que atua na segurança do país.

Historicamente, foi no dia 16 de novembro de 1964 que foi atribuída a atuação em todo território nacional ao então Departamento Federal de Segurança Pública (DFSP), pela Lei 4.483/64, que elencou suas diversas atribuições. A data foi instituída pelo decreto 5.279 de 22 de novembro de 2004 e tem fundamental importância para a PF, pois reforça o orgulho de ser policial federal.


Parabéns pelo seu dia!

Fonte: Agência Fenapef - (16/11/2010).

Os segredos para ir bem nas provas do (CESPE/UnB) !!!

Umas das mais importantes e respeitadas bancas do país, o Cespe/UnB (Centro de Seleção e promoção de eventos da Universidade de Brasília) ganhou destaque, ao longo dos anos, não só por promover os principais concursos públicos federais, mas também por criar um modelo de provas temido pela maior parte dos candidatos.

Isto ocorre geralmente porque as avaliações elaboradas pelo Cespe/UnB fogem do padrão comum adotado pela maioria das empresas organizadoras, que valorizam questões de múltipla escolha ou testes, onde o concorrente deve assinalar a opção correta entre quatro ou cinco alternativas.

Pois bem, o site jcconcursos.com.br preparou uma série de dicas para quem quer se dar bem nas provas do Cespe/UnB, incluindo algumas técnicas de chute.

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Enquanto o concurso PRF 2009 não resolve...

ENQUANTO O CONCURSO DA PRF 2009 NÃO RESOLVE...EXCEDENTES DO CONCURSO PRF 2008 SÃO CHAMADOS.

Reunião dos excedentes com o Ministério

PRF em MT analisa convocação de aprovados em concurso de 2008

14/11/2010 - De Brasília, Vinícius Tavares
A assessoria jurídica do Departamento de Polícia Rodoviária Federal (DPRF) terá que prestar informações detalhadas sobre o aproveitamento dos chamados de “excedentes” no concurso público realizado em 2008 para patrulheiro do departamento. Dos 746 aprovados no concurso, 340 foram aproveitados na primeira chamada e outros 170 ficaram na segunda chamada. Os 206 restantes não puderam ser chamados.

O grupo foi recebido esta semana pelo secretário executivo do Ministério, Rafael Favette, que solicitou mais detalhes sobre o aproveitamento dos candidatos aprovados que aguardam na lista de espera.

O deputado federal Valtenir Pereira (PSB/MT), o diretor do DPRF, inspetor Hélio Derenne, e o diretor de recursos humanos do departamento, inspetor Sérgio Max, também acompanharam o pleito dos excedentes. De acordo com o parlamentar, o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (Mpog) pretende fazer uma nova análise sobre a necessidade da convocação de novos patrulheiros.

“A assessoria jurídica do DPRF vai preparar toda a documentação para justificar o aumento da despesa e do aproveitamento dos concursados. Existem cerca de dois mil patrulheiros nas estradas, quando o necessário são 12 mil. Vamos continuar auxiliando para que o governo absorva estes concursados para que tenhamos mais segurança nas nossas rodovias”, destacou o parlamentar.

Neste ano o Senado aprovou a Medida Provisória 479, que permitiu que os patrulheiros de Mato Grosso e Pará possam ser deslocados para Paraná, Rio Grande do Sul e Minas Gerais, que são os Estados onde há maior demanda por servidores. A expectativa é que, passadas as eleições, o MPOG e o MJ possam analisar profundamente o pleito.

ESPECIAL PERÍCIA CRIMINAL


Perito do caso Isabella conta como é a profissão: 'Não pode se emocionar'

Perícia criminal é considerada fundamental para resolução de crimes. Para se tornar um perito é preciso prestar concurso; veja dicas.

14/11/2010
Considerada ponto-chave em todas as investigações criminais, a perícia técnica vem ganhando destaque nos últimos anos por conta dos crimes de grande repercussão e que parecem ser de difícil solução. Além disso, seriados que mostram policiais ou peritos utilizando ciência e tecnologia para desvendar casos complexos também ajudam a aumentar o interesse pela área.

Para entender melhor qual o papel desses profissionais, o G1 acompanhou o trabalho de Sérgio Vieira Ferreira, 51 anos, perito que atuou em um dos crimes mais famosos na história recente do país. Ele estava de plantão na noite da morte da menina Isabella Nardoni, em março de 2008, e foi o primeiro perito a chegar à cena do crime, o apartamento de Alexandre Nardoni, condenado pela acusação de ter jogado a filha pela janela.



A ocorrência acompanhada pelo G1 na madrugada de uma quarta-feira em outubro foi a sétima do plantão de Sérgio Ferreira – um plantão de 24 horas. Em uma rua tranquila do bairro do Brooklin, na Zona Sul de São Paulo, houve uma tentativa de assalto, por volta de 21h, com vítima baleada e socorrida com vida, segundo informações iniciais. A reportagem acompanhava o perito em outra ocorrência, no centro de São Paulo, quando Sérgio foi notificado da nova perícia.

A vítima era um homem de 50 anos. De acordo com testemunhas, ele saiu de carro de casa, a algumas quadras do local do crime, para comprar ração para o cachorro. Na tentativa de assalto, a vítima, em um Honda Civic, foi baleada. O assaltante fugiu. O motorista ainda correu pela rua em busca de ajuda, foi socorrido, mas não resistiu ao ferimento e morreu. A Polícia Civil informou que investiga o crime.


Ferreira disse à reportagem que um perito não pode se envolver com nenhum caso. "Somos policiais técnicos. É necessário coletar provas técnicas. Não pode se emocionar. Tem casos difíceis que, como ser humano, você tem que dar aquele breque. Mas vamos fazer o serviço e coletar o que tiver para coletar", afirmou.

O perito, no entanto, não escondeu que casos envolvendo crianças o "incomodam" mais. "Eu era o perito plantonista naquela noite [da morte de Isabella] e fui o primeiro da perícia a chegar ao local. Chegou como crime contra o patrimônio, que alguém havia invadido um apartamento e jogado a criança pela janela. Pensei no lógico. Se alguém invadiu, vai ter sinais de arrombamento. E fui percebendo que a história não batia. E os vestígios contam para a gente a história. O perito, com a experiência, aprende a ter esse tino."

Formado em biologia, Ferreira já trabalhou como professor e prestou concurso por incentivo do irmão, que é policial. "Ser perito para mim é uma profissão maravilhosa, a cada dia há casos diferentes. Não estamos aqui para condenar nem inocentar, mas para dar subsídios para que se tenha investigação honesta."



Tipos de perícia

São duas as áreas de atuação dentro da perícia criminal: o trabalho de campo, quando os peritos saem para a rua e vão ao local do crime coletar indícios para produção das provas, como faz Sérgio Ferreira; e o trabalho nos laboratórios, no qual os peritos fazem análise dos materiais coletados nos locais dos crimes.

Em São Paulo, a Polícia Técnico-Científica tem seis áreas laboratoriais para análise das provas obtidas na perícia de campo: física, química, análise instrumental, entorpecentes, balística e biologia/bioquímica.


O perito Adílson Pereira, físico que coordena os laboratórios da capital paulista, mostrou ao G1 um dos locais que despertam mais curiosidade em relação às investigações criminais: o laboratório de DNA forense. É lá que amostras de sangue ou outros materiais genéticos são analisados.

"No laboratório de DNA forense se faz análise para chegar ao perfil genético do material, que será comparado com suspeito, vítima ou parentes. Aqui é analisado todo material biológico: sangue, ossos, cabelo, material nas unhas da vítima que eventualmente tentou se defender arranhando outra pessoa. São materiais coletados no campo ou pelo médico legista, recolhido no cadáver ou no vivo que tenha ido fazer exame de corpo de delito", explica - veja no vídeo como é o laboratório e ouça mais sobre o trabalho do perito.




Pereira conta que nem sempre é fácil analisar esses materiais: "Muitas vezes analisamos material em decomposição, pode levar de alguns dias até seis meses. Às vezes o sangue ficou muitas horas exposto ao sol, isso torna mais difícil o trabalho."

O Instituto Médico Legal (IML) também faz parte da Polícia Técnica. Se, por acaso, balas são retiradas de vítimas pelos médicos legistas, esses materiais serão analisados nos laboratórios.

Concurso *****

Atualmente, para ser um perito criminal no Brasil só há uma porta de entrada: o concurso público. É preciso ter graduação completa em qualquer área. O concurso é geralmente formado por três etapas: a prova escrita de múltipla escolha, a prova oral e um curso de formação na Academia de Polícia, que dura quase um ano.

O perito é treinado como um policial comum, mas passa por especialização para atuar na área. O perito criminal pode e deve andar armado, destaca Adílson Pereira. "Somos policiais treinados. Temos que agir como policiais, mas estamos mais voltados para a área científica", afirmou.

Diretor do Núcleo de Perícias em Crimes contra a Pessoa da Polícia Técnica de São Paulo, José Antonio de Moraes explica ainda que durante a formação o perito estuda criminalística, organização policial, contenção de crises e abordagens, além de outros temas.
Para ele, para ser um bom perito é preciso ter vocação. "Precisa ser um indivíduo chamado vocacionado. Temos aqui formados em direito, biblioteconomia, não importa a área. Caso seja aprovado no concurso, passará por curso de formação e será treinado."
"Tem gente que entra, fica três meses, e depois não quer mais voltar. Não pode se envolver emocionalmente com o crime. Isso não é frieza, é profissionalismo. (...) A perícia é imparcial. Não importa se os vestígios ajudarem a defesa ou a acusação. O processo tem dois tipos de prova, a testemunhal e a técnica. Pessoas mentem, vestígios jamais", comenta o perito Moraes.

Enquanto que para ser perito de campo não há exigência sobre área de formação, para atuar nos laboratórios, em muitos casos, é necessário ter conhecimento específico.
"Nos laboratórios, damos preferência a quem tem formação, mas não necessariamente quem tem habilitação vai atuar dentro daquela área. Temos uma formação que habilita ao atendimento na cena do crime e, quando tem necessidade de especialista, buscamos dentro dos quadros. Um biólogo não necessariamente vai atuar no laboratório de biologia. Pode atuar também no campo", explicou o físico Adílson Pereira, que chefia os laboratórios de São Paulo.

Além de peritos criminais, as perícias estaduais têm ainda fotógrafos e desenhistas, que também são concursados. Eles fotografam os locais dos crimes e fazem desenhos para simular situações.
A organização das perícias varia de acordo com cada estado. Em alguns casos, os órgãos são subordinados diretamente à Secretaria de Segurança Pública estadual e têm independência em relação às polícias civil e militar. Em outros estados, as polícias técnicas são subordinadas às polícias civis.

Em São Paulo, há expectativa sobre a abertura de um grande concurso em 2011, com cerca de mil vagas, mas a Secretaria de Segurança Pública do estado não confirmou.



Efeito 'CSI'
 
Presidente da Associação Brasileira de Criminalística (ABC), o perito paraibano Humberto Pontes diz que há falta de pessoal em todas as perícias do país e avalia que a abertura de concursos é necessária.
"Estudos dão conta de que é preciso 1 perito para cada 5 mil habitantes, e isso não acontece. (...) É preciso abrir concurso", afirmou.
Em São Paulo, a Polícia Científica tem 3,2 mil funcionários – dos quais 1,1 mil são peritos. A cidade tem 11 milhões de habitantes. São, portanto, 10 mil habitantes para cada perito.
Pontes, da ABC, diz que há demanda para preenchimento dos cargos. “Tem bastante gente interessada. Tenho recebido estudantes e graduados interessados sobre onde tem concurso. Isso é efeito CSI, que tem feito uma divulgação enorme da perícia", comenta, citando o seriado de TV norte-americano.
Adílson Pereira, do laboratório da Polícia Técnico-Científica de São Paulo, comenta que há, inclusive, semelhança entre a realidade da perícia e as séries de televisão que atraem os jovens para a profissão.
"A consultoria para esses seriados é muito boa. Os equipamentos são os mesmos de que dispomos. Evidentemente que nos seriados mostram os produtos ‘top de linha’. As técnicas utilizadas são parecidas. A diferença é que lá eles fecham os episódios em 40 minutos. Aqui, não recebemos o roteiro, é uma incógnita. Não dá para fechar em 40 minutos, às vezes demora seis meses para fechar um caso."
Moraes, do Núcleo de Crimes contra a Pessoa, concorda: "CSI realmente mostra o trabalho que se faz. CSI americana é um pouco diferente porque o perito é policial. Aqui o perito aparece só depois que o crime acontece."
O perito Sérgio Ferreira, que o G1 acompanhou no trabalho de campo, não concorda tanto assim: "Lá dá tudo certo, colhem a impressão digital e sabem até a cor dos olhos da pessoa. Coisas que não têm nada a ver. Mas é Hollywood. Tem que ter magia", comenta, aos risos.
 

Investimentos

Para tornar a perícia no Brasil mais moderna, o governo federal anunciou novos investimentos nos últimos meses. O secretário nacional de Segurança Pública, Ricardo Ballestreri, informou que até o final deste ano serão aplicados R$ 100 milhões para modernização dos órgãos. Kits básicos já foram entregues aos estados, conforme o Ministério da Justiça.

"Pelo país, os níveis são díspares. Algumas perícias têm boas condições e outras não têm nada. Vamos tentar criar padronização mínima para que se possa dizer que o Brasil inteiro tem condição de trabalho na perícia."
Na avaliação de Ballestreri, o crime é uma "atividade cada vez mais complexa" e a tecnologia é necessária para combatê-lo.
"Queremos com isso [investimentos] aumentar o índice de resolução de crimes. (...) No nosso país, durante décadas o modelo predominante da segurança pública foi fundamentado na força bruta.. (...) Se força bruta resolvesse alguma coisa, mas já se sabe que não se resolve nada. Temos que ingressar na era da tecnologia definitivamente."
Ballestreri diz que pesquisas de acadêmicos utilizadas pelo governo dão conta de que o índice de resolução de crimes nos estados está entre 30% e 70% dos casos. "Tem estados que superam a média. outros têm média inferior a 30%. (...) Isso passa para a população a impressão ou certeza de impunidade. Acaba sendo fator gerador de crimes."


Equipamentos

Um perito de campo, quando sai para seu trabalho, leva consigo uma maleta com objetos simples, mas que são fundamentais para o trabalho. Entre eles há pinça, lanterna e outros - confira no infográfico abaixo para o que serve cada um.

Além do material básico, há ainda itens mais complexos, mas que ficaram famosos por conta das investigações criminais de repercussão e dos seriados. São eles o luminol, também conhecido como bluestar, e as luzes forenses. O luminol serve para detectar manchas de sangue, e as luzes são, na verdade, faróis possantes com infravermelho que revelam a presença de substâncias orgânicas.

No acidente com o avião da TAM no aeroporto de Congonhas, há dois anos, as luzes forenses foram usadas para localização de restos mortais, conforme explicou José Antonio de Moraes, do Núcleo de Crimes Contra a Pessoa da polícia técnica paulista.

"No acidente da TAM, embora tenha ocorrido investigação por parte do núcleo de engenharia, o núcleo de crimes contra pessoa também atuou. Foram usadas as luzes forenses. O avião bateu no prédio e caiu metade do prédio. Pegou fogo, explodiu, caiu outra parte. Sobrou pó, misturado com plástico, madeira e restos mortais. Fomos procurar vestígios de material orgânico para tentar ajudar na identificação dos corpos. E conseguimos ajudar."
FONTE: Mariana Oliveira, do portal G1.
IMAGENS: Arquivo do Saga Policial.

sábado, 13 de novembro de 2010

PRF: Justiça ratifica decisão contra a FunRio


A juíza titular da 6ª Vara Federal do Distrito Federal, Ivani Silva da Luz, ratificou duas decisões que determinaram o pagamento por parte da FunRio de cerca de R$6,2 milhões à União em função da rescisão de contrato para a organização do concurso da Polícia Rodoviária Federal (PRF), paralisado desde novembro do ano passado devido a irregularidades no resultado das provas objetivas. Foi dado prazo de dez dias para que a ex-organizadora do concurso cumpra as determinações.

As decisões foram proferidas originalmente pela 17ª Vara Federal do Distrito Federal mas tiveram que ser ratificadas após os dois processos serem remetidos à 6ª Vara, onde está sendo julgada também uma ação em que a FunRio pleiteia o seu retorno à organização da seleção. O contrato com a fundação foi rescindido unilateralmente pela PRF em janeiro deste ano, alegando quebra de contrato, uma vez que a organizadora teria falhado em garantir a segurança do concurso (Posteriormente à rescisão, o Ministério Público Federal do Rio de Janeiro concluiu que houve fraude no resultado da prova objetiva com participação de funcionários da organizadora).

De acordo com a advogada da União Ludmila Tito Fudoli, não é possível afirmar se após a ratificação das decisões, haja tendência da Justiça em negar o retorno da FunRio à organização do concurso. Nesse caso, a Justiça Federal do Distrito Federal chegou a conceder antecipação de tutela, determinando o retorno da organizadora à seleção. No entanto, a União recorreu e obteve efeito suspensivo, restabelecendo a rescisão contratual.

A PRF depende da devolução dos valores requeridos, além do banco de dados referente ao concurso, para dar prosseguimento à seleção a partir da contratação de uma nova organizadora.

De acordo com o presidente da Federação Nacional dos Policiais Rodoviários Federais (FenaPRF), inspetor Gilson Dias, em reunião realizada no fim de outubro, a direção-geral da PRF informou que, qualquer que seja a decisão da Justiça nas processos em julgamento, não pretende recorrer para que o concurso possa ser concluído o mais breve possível.

Nesta sexta-feira, dia 12, o assessor nacional de Comunicação Social da PRF, inspetor Alexandre Castilho, negou que a PRF não tenha a intenção de recorrer de decisão contrária às pretensões do departamento, ressaltando inclusive que a decisão de impetrar recurso cabe à Advocacia Geral da União (AGU).

O inspetor Castilho admitiu, no entanto, que há a possibilidade de entendimento junto à FunRio, desde que as negociações sejam feitas com a participação da AGU e tenham a chancela da Justiça.

Também nesta sexta, 12, foi publicado no Diário Oficial da União (DOU) convocação da FenaPRF para Assembleia Geral Extraordinária no próximo dia 23 para deliberar, entre outros, a respeito do andamento do concurso da PRF.

Fonte: FD

Com a devida vênia dos interessandos, e independente da continuação ou não... Esse certame infelizmente nasceu "podre" e pelo visto vai encerrar "podre", com FUNRIO voltando, isso que é o pior!!

Abraço.

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

RECORDANDO O MACETCHÊ - “LIMPE” !!!



Buenas AMIGOS da SAGA!

Fiz uma varredura nas provas do (Cespe/UnB) -, e “NOTEI” que o famoso “LIMPE” está em todas.

TCHÊ ... é um tema IMPORTANTÍSSIMO, presente em praticamente todas as provas. Estudaremos como o (Cespe/UnB) costuma exigir o assunto.

Dito isto, vamos começar!

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(CESPE/Auditor/INSS/2003) A administração pública direta e indireta dequalquer dos poderes da União, dos Estados, do DF e dos Municípios obedecerá os princípios da legalidade, impessoalidade, moralidade e publicidade.

Comentários:

CERTO. São princípios básicos da administração pública: LEGALIDADE, IMPESSOALIDADE, MORALIDADE, PUBLICIDADE e EFICIÊNCIA.

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(CESPE/PGE-RR/2004) A administração pública direta dos estados obedecerá aos princípios de legalidade, de impessoalidade, de moralidade e de publicidade, mas o princípio de eficiência ainda não se encontra previsto expressamente na Constituição da República.

Comentários:

ERRADO. São princípios básicos da administração pública: LEGALIDADE, IMPESSOALIDADE, MORALIDADE, PUBLICIDADE e EFICIÊNCIA. Este foi inserido no texto constitucional pela Emenda Constitucional nº19/1998.

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(CESPE/TSE/2007) De acordo com o art. 37 da Constituição Federal, a administração pública direta e indireta de qualquer dos poderes da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios deve obedecer aos princípios de legalidade,

a) qualidade, liberdade, pluralidade e eficiência.
b) impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência.
c) impessoalidade, moralidade, pluralidade e eficiência.
d) imparcialidade, moralidade, publicidade e eficiência.

Comentários:

São princípios básicos da administração pública: LEGALIDADE, IMPESSOALIDADE, MORALIDADE, PUBLICIDADE e EFICIÊNCIA. Por isso, a resposta desta questão é a letra b.

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(CESPE/FUNDAC-PB/2008)
Os princípios fundamentais da administração pública previstos de forma expressa na Constituição Federal não incluem o da:

a) moralidade.
b) publicidade.
c) legalidade.
d) proporcionalidade.

Comentários:

O PRINCÍPIO DA PROPORCIONALIDADE está expressamente previsto na Lei nº 9.784/99, mas não está explícito no texto da Constituição Federal. Não obstante, de acordo com o STF, esse princípio decorre do PRINCÍPIO DO DEVIDO PROCESSO LEGAL, expresso no art. 5º, LIV, da CF.

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(CESPE/OAB-SP/2009)
O rol dos princípios administrativos, estabelecido originariamente na CF, foi ampliado para contemplar a inserção do princípio da eficiência.

Comentários:

CERTO. O PRINCÍPIO DA EFICIÊNCIA foi inserido no texto constitucional pela Emenda Constitucional nº 19/1998.

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(CESPE/OAB-SP/2009)
Tanto a administração direta quanto a indireta se submetem aos princípios constitucionais da administração pública.

Comentários:

CERTO. Os princípios enumerados no art. 37 da CF/88 (“LIMPE”) são de observância obrigatória para os PODERES LEGISLATIVO, EXECUTIVO E JUDICIÁRIO, quando no exercício de atividades administrativas, e em todas as esferas da federação (U, E, DF e M), alcançando a Administração DIRETA e a INDIRETA.

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Por enquanto é só, pessoal !!! "DERRAMANDO SANGUE" nos ESTUDOS !!!


COMBATENDO o bom COMBATE em busca dos nossos SONHOS!!! RAÇA & GARRA !!!

DETONANDO !!! DETONANDO !!! DETONANDO !!!

Verdadeira "JORNADA BRUTAL", no sentido POSITIVO da EXPRESSÃO !!!!

A SAGA POLÍCIAL na VEIA !!!!!!

Fiquem com DEUS!

Bons ESTUDOS!

FORTE ABRAÇO a TODOS!

Azambuja.



“Sonhar é preciso, agir na direção da realização de um sonho é fundamental.”

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Depois de Eleita o discurso MUDA??? PEC 300 e PEC 446


Dilma quer barrar piso nacional dos policiais

O grupo de transição indicado pela presidente eleita, Dilma Rousseff, classificou a PEC 446, que cria o piso para policiais civis e militares, de bomba fiscal. Durante a campanha eleitoral, parlamentares de todos os partidos diziam ser favoráveis à aprovação da proposta, mas, também por manobra do líder governo, Cândido Vaccarezza (PT/SP), não foi finalizada a aprovação da matéria em segundo turno pela Câmara dos Deputados.

Na agenda de campanha da presidente eleita, a segurança pública sempre foi tratada como “prioridade”. Ela falava em “segurança pública de qualidade”, mas o trololó eleitoral já mudou. Passado o momento das urnas, aliados da petista procuraram a imprensa para informar que a despesa com a criação do piso será de 30 bilhões de reais. A notícia foi publicada pelo portal do Estadão (veja aqui).

A Ugeirm esteve em Brasília mais de dez vezes ao longo de 2010 para cobrar a votação da PEC 446, que chegou a ser aprovada em primeiro turno antes do recesso de julho. Nos dois esforços concentrados de agosto e de setembro, os deputados não votaram nenhuma matéria. Inicialmente criticado, o atual texto da PEC é fruto de um acordo entre representantes de policiais brasileiros e a liderança do governo.

O sindicato repudia os movimentos para estancar a aprovação da matéria que, até há pouco tempo, tinha consenso na Câmara.

“Não é possível ter segurança pública de qualidade sem valorização dos operadores da segurança, que são os policiais estaduais. Vamos cobrar a aprovação final da PEC 446 e sua regulamentação. Os deputados, se aderirem ao discurso do grupo de transição da presidente eleita, estarão traindo os policiais brasileiros. Querem, sim, nos enganar”, observa Isaac Ortiz, presidente do sindicato.

PEC e regulamentação

O texto a ser aprovado na PEC 446 não estabelece o valor do piso, conforme noticiado pelo Estadão. Tanto o valor como o fundo contábil para que a União participe da despesa em estados com dificuldades financeiras deverão ser regulamentadas posteriormente.

Quando o grupo de transição do próximo governo informa a imprensa de uma despesa de 30 bilhões de reais, trabalha para além daquilo que está previsto na PEC 446. Está simplesmente especulando, o que não é responsável para nenhum governo. Cria-se um factoide – gênero noticioso tão criticado por petistas durante o período eleitoral.

“Estão tentando fazer terrorismo fiscal com os policiais. Qualquer pessoa sabe que não é possível ter uma segurança pública de qualidade sem a valorização dos operadores de segurança. A Ugeirm estará ao lado da Cobrapol e dos demais representantes de policiais brasileiros para exigir o nosso piso salarial. Nossos salários são vergonhosos e o governo fala em bomba fiscal?”, reage Ortiz.

Folha de S. Paulo

A coluna Painel, da Folha de S. Paulo, traz a seguinte nota de abertura hoje (9). "Michel Temer ouviu ontem de Dilma Rousseff um apelo veemente contra a PEC 300, cuja votação foi prometida pelo presidente da Câmara aos policiais. Para a petista, a eventual aprovação do piso salarial da categoria teria o efeito de "abrir a porteira", deflagrando onda de pressão para que sejam apreciados outros projetos multiplicadores dos gastos públicos. O vice tentou contemporizar, mas, diante da inflexibilidade de Dilma, sugeriu que, se a proposta for engavetada, a responsabilidade seja dividida com os partidos da base. Há quem diga que chegou a hora de o líder do governo, Cândido Vaccarezza (PT), em campanha pelo comando da Casa, mostrar a que veio."


Fonte: http://www.ugeirm.com.br/01_noticias_det.asp?id_noticia=1192

Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,dilma-mobiliza-equipe-para-desarmar-no-congresso-bomba-fiscal-de-r-30-bi,636828,0.htm



Tche, não sei nem o que comentar sobre isso!!!
Cada um tire suas conclusões, mas a verdade é que essa guerra parece não ter um fim próximo!!
O desrespeito com os policiais é imenso!!

Abraço.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

“NOME SUJO (SPC/SERASA)” impede candidato de fazer Concurso Público? Tire dúvidas !!!

Nome no SPC ou SERASA não é impedimento para o candidato prestar um concurso público. Essa é a resposta de Lia Salgado, colunista do G1, ao internauta Marcelo, que perguntou se restrição financeira poderia barrar alguém nesse tipo de seleção. Nesta coluna em vídeo, Lia explica que a inclusão do nome da pessoa nesses cadastros não atende a um princípio da Constituição que garante a ampla defesa de todos os cidadãos diante de uma acusação, por isso não se pode impedir quem tem "nome sujo" de concorrer.

Mas a inadimplência, no entanto, é problema quando se trata de concorrer a uma vaga em um banco. Até para quem já é contratado isso pode ser motivo de demissão por justa causa, afirma Lia. "É comum um concurso para banco prever expressamente que o candidato não pode ter nome do SPC, SERASA ou no CCF, que é o Cadastro de Emitentes de Cheque sem Fundos", explica. É dado um prazo para a pessoa regularizar sua situação e "LIMPAR" o nome.

DÚVIDA NA HORA DA PROVA

Outra internauta, Magaly, questiona se, na dúvida durante uma prova, o MELHOR é CHUTAR ou deixar a resposta em BRANCO. Ela perguntou especificamente sobre exames elaborados pelo (Cespe/UnB), organizador de grandes concursos públicos. “O Cespe/UnB costuma fazer provas com itens em que se deve marcar “certo” ou “errado”. O problema é que, a cada marcação incorreta, é descontado 1 ponto ou meio ponto, de acordo com o estabelecido no edital", comenta Lia. “Não tem uma receita de bolo. Mas é preciso ficar atento ao fato de que todo edital exige um mínimo de pontos por disciplina ou grupo de disciplinas ou por prova. Se deixar em branco, corre o risco de não atingir esse mínimo. Por isso às vezes vale arriscar."

ESCOLHA DA ÁREA

Helder Elias escreveu para Lia Salgado contando que está escolhendo a área para a qual prestará concursos. “Penso na jurídica, mas preciso saber que matérias caem”, comentou. “As matérias mais tradicionais nessa área são português, direito constitucional, direito administrativo e informática", respondeu a colunista. O internauta disse que descarta disputar vagas nas áreas fiscal e bancária. “Exatas não são meu forte”, escreveu. “Isso é um registro que temos de quando a gente era criança e ia para a escola sem motivação”, destacou Lia. “Mas você hoje quer conquistar uma vida nova, passar num concurso, ter um bom salário... Se para isso for preciso aprender matemática, vá em frente, você será capaz. Inclusive porque a maioria dos concursos cobra pelo menos raciocínio lógico, que abrange matemática.”

* Lia Salgado, colunista do G1, é fiscal de rendas do município do Rio de Janeiro, é consultora em concursos públicos e autora do livro “Como vencer a maratona dos concursos públicos”.

Fonte: Lia Salgado, colunista do G1 – (10/11/2010 07h00 - Atualizado em 10/11/2010 13h21). Com adaptações.

terça-feira, 9 de novembro de 2010

POLÍCIA FEDERAL: 1.024 vagas na área policial !!!

Na sua área policial, a POLÍCIA FEDERAL (PF) programa para o ANO que VEM a ABERTURA de 1.024 vagas em DUAS RODADAS de CONCURSOS SIMULTÂNEOS, com 512 vagas cada. Serão 396 vagas para AGENTE e 116 para PAPILOSCOPISTA, em um primeiro momento, e 362 para ESCRIVÃO e 150 para DELEGADO, posteriormente. No caso das seleções para AGENTE e PAPILOSCOPISTA, o objetivo é realizar o CURSO de FORMAÇÃO, que corresponde à segunda etapa do concurso, AINDA em 2011.

O requisito básico para o ingresso nos cargos de agente, escrivão e papiloscopista é o nível superior completo em qualquer área e os vencimentos iniciais são R$7.514,33. Já para o cargo de delegado, cujos ganhos iniciais são de R$13.368,68, a exigência é o bacharelado em Direito.

Para todos os cargos da área policial, é necessário a carteira de habilitação, na categoria B ou superior. E diferente da escolaridade, que só precisa ser comprovada no ato da posse, os candidatos devem possuir a habilitação já no curso de formação.

ETAPAS - São grandes as chances dos novos concursos para a área policial da PF repetirem o modelo utilizado na seleção aberta no ano passado para os cargos de agente e escrivão. Caso isso se confirme, antes do curso de formação, os participantes terão que passar por provas objetiva e discursiva (ambas de caráter eliminatório e classificatório) e, em seguida, por avaliação psicológica, exame médico e exame de aptidão física (todos de caráter exclusivamente eliminatório), além de investigação social. Para escrivão, há ainda prova prática de digitação.

O exame de aptidão física, uma das fases que costuma eliminar um grande número de candidatos, é composto, segundo o modelo do último concurso, de teste em barra fixa, teste de impulsão horizontal, teste de corrida de 12 minutos e teste de natação (50 metros).

OUTRAS VAGAS - De acordo com a PF, as demais oportunidades existentes para cargos da área policial do departamento - cerca de duas mil - serão objeto de novos pedidos, para formação nos anos subsequentes, como é o caso das vagas para perito, que segundo informações anteriores, contava com pedido em fase de elaboração.

Fonte: Folha Dirigida – (09/11/2010).